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	<title>Notícias &#8211; Glutamine</title>
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	<title>Notícias &#8211; Glutamine</title>
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		<title>Lançamento Lipistart</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2021 10:45:02 +0000</pubDate>
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		<title>Open day NAQUA</title>
		<link>https://testes.glutamine.pt/noticias/open-day-naqua/</link>
		
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2021 10:12:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A GLUTAMINE vai realizar um Open day com avaliação médico estética e tratamento gratuito com os produtos NAQUA. O evento terá lugar no dia 29 de junho, na seguinte morada: Avenida de França nº20, 3º andar, salas 307/308, 44050-275 Porto. Para inscrição obrigatória (gratuita) contacte 224 913 020.</p>
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<p>A GLUTAMINE vai realizar um Open day com avaliação médico estética e tratamento gratuito com os produtos NAQUA. O evento terá lugar no dia 29 de junho, na seguinte morada: Avenida de França nº20, 3º andar, salas 307/308, 44050-275 Porto. Para inscrição <strong>obrigatória</strong> (gratuita) contacte 224 913 020. </p>
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		<title>K·YO</title>
		<link>https://testes.glutamine.pt/noticias/k%c2%b7yo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[master]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jun 2021 16:50:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O KEYO mudou o seu nome e a sua imagem. Agora é K·YO chocolate, mas as novidades não ficam por aqui. Fica atento ao nosso site!</p>
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<p>O KEYO mudou o seu nome e a sua imagem. Agora é K·YO chocolate, mas as novidades não ficam por aqui. </p>



<p>Fica atento ao nosso site!</p>
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		<title>Novo site da Glutamine</title>
		<link>https://testes.glutamine.pt/noticias/novo-site-da-glutamine/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[master]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 May 2021 20:19:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A equipa Glutamine dá-lhe as boas vindas ao nosso site. Visite as diversas áreas e sinta-se como em sua casa.</p>
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<p class="has-text-align-center">A equipa Glutamine dá-lhe as boas vindas ao nosso site.</p>



<p class="has-text-align-center">Visite as diversas áreas e sinta-se como em sua casa.</p>
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		<title>O que são doenças metabólicas?</title>
		<link>https://testes.glutamine.pt/noticias/o-que-sao-doencas-metabolicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[master]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Dec 2019 18:04:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fenilcetonúria (PKU)A Fenilcetonúria é uma doença hereditária autossómica recessiva caracterizada por uma deficiência da enzima hepática fenilalanina hidroxilase. Esta enzima é necessária para a conversão do aminoácido essencial fenilalanina em tirosina. Como consequência desta deficiência enzimática, a concentração de fenilalanina no plasma aumenta e metabolitos anormais são excretados na urina. Isto significa que nestas pessoas, [&#8230;]</p>
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<p><strong>Fenilcetonúria (PKU)</strong><br>A Fenilcetonúria é uma doença hereditária autossómica recessiva caracterizada por uma deficiência da enzima hepática fenilalanina hidroxilase. Esta enzima é necessária para a conversão do aminoácido essencial fenilalanina em tirosina. Como consequência desta deficiência enzimática, a concentração de fenilalanina no plasma aumenta e metabolitos anormais são excretados na urina. Isto significa que nestas pessoas, a ingestão normal de proteinas produz uma quantidade elevada de toxinas que podem levar a lesões neurológicas traduzindo-se mais tarde em atraso no desenvolvimento físico e mental, tonturas, defeitos da pigmentação, etc. A fenilcetonúria é tratada com uma dieta pobre em fenilalanina, a qual deve ser iniciada imediatamente após o diagnóstico da doença. A experiência actual mostra-nos que os doentes com uma dieta bem adapatada e que utilizam os suplementos de aminoácidos adequados desde o inicio e durante toda a vida, têm um desenvolvimento perfeitamente normal.</p>



<p><strong>Leucinose (MSUD)</strong><br>A Leucinose, também chamada Doença do Xarope de Bordo, é uma doença hereditária causada pela dificuldade em o organismo metabolizar os aminoácidos de cadeia ramificada (BCAA) leucina, isoleucina e valina. O nome da doença tem origem no cheiro adocicado da urina destes doentes. Caso o tratamento não seja iniciado de imediato pode advir severo comprometimento neurológico, por vezes fatal. O diagnóstico precoce, combinado com um controle metabólico a longo termo, são essenciais para minimizar o comprometimento neurológico e intelectual. A leucina é considerada um dos aminoácidos de cadeia ramificada mais tóxicos, e está presente nos alimentos em concentrações mais elevadas que a isoleucina e a valina. A dieta é por isso baseada na restrição da ingestão de leucina.<br> &nbsp;<br><strong>Homocistinúria (HCU)</strong><br>A Homocistinúria é uma doença hereditária do metabolismo do aminoácido metionina, resultando numa concentração elevada de metionina e homocisteina no plasma.&nbsp;Os sintomas da homocistinúria incluem entre outros, o deslocamento do cristalino, miopia, e à formação de coágulos sanguíneos nas artérias e veias. O tratamento tem como objectivo baixar o teor de homocisteina total e inclui a utilização de medicamentos, dieta adequada, ou a combinação de ambas. O tratamento dietético tem por base uma restrição de metionina, e enriquecimento em cistina para toda a vida, em individuos que não respondem a um tratamento com piridoxina (vitamina B6).<br> &nbsp;<br><strong>Tirosinemia (TYR)</strong><br>As Tirosinemias tipos I, II e III são Doenças metabólicas raras causadas pela deficiência de enzimas responsáveis pela degradação do aminoácido tirosina. A tirosinemia tipo I é a mais grave, e se não tratada pode lever uma falência hepática progressiva, disfunção tubular renal, e riscoa de carcinoma hepatocelular. Os sintomas clínicos da Tirosinemia tipo II são as alterações da pele e do olho, enquanto as anomalias neurológicas são relacionadas com a tipo III. O tratamento bem sucedido é possivel com uma dieta restrita em tirosina e fenilalanina para os três tipos de tirosinemia.<br> <br> <br><strong>Acidúia metilmalónica (MMA) / Acidúria propiónica PA)</strong><br>As acidúrias MMA e PA são doenças hereditárias do metabolismo nas quais o organismo não consegur processar correctamente determinadas proteinas, incluindo a metionina, treonina, isoleucina e a valina, bem como alguns ácidos gordos existentes nos alimentos. Os sintomas como a fadiga, vómitos e desidratação aparecem tipicamente na infância. Se não forem tratadas, estas doenças têm como consequências de longo termo, um atraso do desenvolvimneto mental e intelectual. O tratamento dietético passa por uma dieta com baixo teor de proteinas e limitada nos aminoácidos metionina, treonina, isoleucina e valina.</p>
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		<title>O que é doença celíaca?</title>
		<link>https://testes.glutamine.pt/noticias/o-que-e-doenca-celiaca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[master]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Dec 2019 17:51:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Doença celíaca (DC) A doença celíaca é uma intolerância alimentar crónica ao glúten, uma proteína presente em quatro cereais: trigo, centeio, cevada e aveia. Diagnóstico e sintomas de intolerância ao glútenEsta doença é difícil de diagnosticar, em especial pelo facto de os sintomas serem pouco visíveis. Assim, é necessário fazer alguns testes. Tratamento da doença [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Doença celíaca (DC)</strong></p>



<p>A doença celíaca é uma intolerância alimentar crónica ao glúten, uma proteína presente em quatro cereais: trigo, centeio, cevada e aveia.</p>



<p><strong>Diagnóstico e sintomas de intolerância ao glúten</strong><br>Esta doença é difícil de diagnosticar, em especial pelo facto de os sintomas serem pouco visíveis. Assim, é necessário fazer alguns testes.<br> <br><strong>Tratamento da doença celíaca</strong><br>Uma vez a intolerância diagnosticada, é necessário tomar medidas para lutar contra esta doença. O único tratamento a fazer é a retirada total do glúten. Nesse sentido, os alimentos que contêm glúten devem ser substituídos por outros <a href="https://testes.glutamine.pt/produtos/sem-gluten/">sem glúten</a> e não eliminados da dieta.<br>  <br><strong>A intolerância ao glúten</strong><br>Descrita pela primeira vez no ano 250, a intolerância ao glúten é também designada como doença celíaca.<br>A descoberta de uma causa efeito entre a intolerância ao glúten e a ingestão de cereais, só foi estabelecida cerca de 1950 graças aos estudos do pediatra holandês W.K.Dicke. Posteriormente, em 1954, foram demonstradas as consequências do glúten sobre o intestino de doentes celíacos (atrofia da parede do tubo digestivo).<br>Finalmente, por volta de 1980 foi demonstrado o papel do sistema imunitário na reação do intestino ao glúten.<br>  <br><strong>Definição de intolerância ao glúten</strong><br>A intolerância ao glúten é uma situação desencadeada pelo consumo de proteínas de alguns cereais que provocam a mal absorção dos nutrientes ingeridos, tais como as vitaminas, minerais, glúcidos, lípidos e outras proteínas.<br>  <br><strong>O que é o glúten?</strong><br>O glúten é a fração solúvel em água das proteínas contidas nos cereais. Representa 80% dos 9 a 10g de proteínas que contêm as farinhas.<br>  <br>O glúten é composto de 2 frações definidas pelo seu carácter solúvel ou não em álcool:</p>



<p>As gluteninas &#8211; solúveis unicamente em solutos básicos, não tóxicas para os doentes celíacos,</p>



<p>As prolaminas &#8211; proteínas de reserva, solúveis em álcool e tóxicas para os intolerantes ao glúten.</p>



<p>Todos os cereais contêm prolaminas: as gliadinas são as prolaminas do trigo, as secalinas, da cevada, as hordeinas do centeio, e as aveínas, da aveia.<br>  <br><strong>Mecanismos de intolerância ao glúten</strong><br>Intolerância ao glúten e sistema imunitário<br><br>A intolerância ao glúten é uma anomalia autoimune do intestino delgado, caracterizada por uma inflamação. Portanto, nos pacientes com esta patologia, produz-se uma reação ao glúten, materializada por uma agressão do organismo contra o seu próprio intestino delgado. Este apresenta uma atrofia das suas vilosidades que são responsáveis pela absorção dos nutrientes. Como resultado, temos uma mal absorção alimentar.<br>  <br>Diferença entre alergia e intolerância ao glúten<br>  <br>Num grande número de casos, a alergia alimentar confunde-se com intolerância alimentar. As duas recções são no entanto muito diferentes: os mediadores da reação não são os mesmos.<br><br>A alergia alimentar manifesta-se por uma reação imunitária anormal a alergéneos, conduzindo à formação de anticorpos que vão depois produzir a libertação de outras moléculas responsáveis pela aparição dos sintomas.<br>  <br>No caso das intolerâncias, o corpo não é capaz de digerir o glúten presente nos alimentos consumidos, uma vez que a enzima necessária a essa digestão está ausente ou inativa. A reação deve-se ao alimento não digerido.<br>  <br>Mesmo que o sistema imunitário seja solicitado, ele ataca o seu próprio corpo, e não um qualquer invasor externo. A definição de alergia, não é por isso adequada.<br><br><strong>Fatores de predisposição</strong><br>O desenvolvimento desta doença só é possível em pessoas geneticamente predispostas desde a nascença, mas o aparecimento dos sintomas pode surgir em qualquer idade.<br>  <br>Em presença dos fatores genéticos, alguns fatores ambientais são suscetíveis de desencadear a fase ativa da doença: infeções vírias, cirurgias, situações de stress, etc.<br>  <br>A introdução precoce do glúten na alimentação dos recém-nascidos é igualmente um fator negativo reconhecido, enquanto o aleitamento materno é um fator protetor.<br>  <br>É preciso por isso não esquecer que a intolerância ao glúten é fortemente relacionada com o Síndrome de Down, hepatite crónica ativa, colite linfocitária, doença autoimune da tiroide, ou ainda o síndrome do cólon irritável.<br> <br><strong>Prevalência da doença celíaca</strong><br>Na Europa, 1 em cada 300 pessoas será atingida pela intolerância ao glúten. Esta patologia está também presente nos Estados Unidos e Norte de África, estando a maior prevalência na zona do Sahara. Em contrapartida, é muito rara nos países asiáticos e na África Subsaariana.<br><br>Atualmente em Portugal, tendo em conta a prevalência europeia, deveria haver cerca de 30.000 pessoas com intolerância ao glúten, mas os casos diagnosticados e conhecidos são muito menos que estes.<br>  <br>Os sintomas aparecem em qualquer idade: homens, mulheres, crianças ou adultos, todos podem ser atingidos. <br>Na infância, e mais frequentemente entre os 6 meses e os 2 anos, após a introdução do glúten na alimentação.<br>Na idade adulta, entre os 20 e os 40 anos, muitas vezes após um      acontecimento particularmente traumático na vida da pessoa.<br><br>Mesmo que se manifeste um período de certa acalmia durante a adolescência, a intolerância ao glúten não desaparece nunca.<br> <br>Como é óbvio, quanto mais precoce é o diagnóstico, menos lesões existirão no intestino delgado. Uma vez diagnosticada, serão necessários 2 a 3 meses para recuperar a estrutura intestinal fisiológica (= intestino normal) numa criança, e 2 a 3 anos para um adulto. Ou seja, a recuperação funcional do intestino  e o desaparecimento dos sintomas são mais rápidos nas crianças.</p>



<p><strong>Complicações ligadas a doença celíaca não suspeitada</strong><br>A intolerância ao glúten, se não for despistada, pode ter graves consequências para a pessoa que a sofre. Por exemplo, linfomas ou adenocarcinoma do intestino delgado, carcinoma do esófago, jejunite ulcerativa, carências nutricionais.<br><br>Pode igualmente desencadear a osteoporose (fragilidade óssea), osteomalácia (amolecimento dos ossos), hemorragias internas, alterações do sistema nervoso central e periférico, infertilidade ou ainda distúrbios emocionais.<br><br>É por isso muito importante diagnosticar a intolerância ao glúten para evitar os sintomas correntes associados assim como as consequências a mais longo prazo.<br>1; Paulley JW, Br Med J 1954 4900: 1318-21<br>2; Marsh MN, J R Coll Physicians Lond. 1983 Oct;17(4): 205-212 </p>
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